Em outubro de 2000, ao comemorar dois anos de existência, o Instituto Cultural Flávio Gutierrez anunciou a decisão de implantar o Museu de Artes e Ofícios, com o apoio do Ministério da Cultura e da CBTU - Companhia Brasileira de Trens Urbanos. O museu foi planejado para receber a coleção organizada ao longo da vida por Angela Gutierrez, presidente do ICFG – coleção esta que assumiu a dimensão de um acervo bastante representativo da história do trabalho pré-industrial no país.
O local escolhido foi a Estação Central, no centro de Belo Horizonte. As obras tiveram início em 2001 e já em 12 de dezembro do ano seguinte foi concluída a primeira etapa do projeto, envolvendo:
. a assinatura do Termo de Compromisso para a doação do acervo do Museu de Artes e Ofícios;
. a entrega da primeira etapa das obras do museu, com a restauração do prédio principal;
. a abertura da exposição "Trilhos da Memória", que apresentou aspectos históricos da Praça da Estação.
Após mais três anos de trabalho foram concluídas as obras essenciais de implantação, envolvendo:
. adaptação das plataformas para abrigar galerias expositivas;
. restauração do prédio da Estação da Oeste de Minas;
. trabalhos de pesquisa e organização da exposição permanente;
. desenvolvimento de um programa permanente de conservação de acervo.
O Museu de Artes e Ofícios foi inaugurado em 14 de dezembro de 2005, com a abertura ao público marcada para o dia 10 de janeiro de 2006.
voltar
|